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Vida Extra

Aventuras e desventuras no universo dos videojogos.

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O Call of Duty ainda é o que era

Já chegou às lojas Infinite Warfare, o novo capítulo de um dos videojogos mais vendidos por todo o mundo. Call of Duty é um jogo de tiros, originalmente baseado em guerras reais, mas que tem evoluído para cenários mais ficcionais. Também é uma espécie de jogo-espectáculo: o equivalente videojogável a um filme de Michael Bay (mas melhor). E essa é boa parte da razão do seu sucesso.

 

Kit Harrington é o vilão em Infinite Warfare

 

Isto não é uma análise ao jogo. É apenas uma constatação das reações do público ao novo capítulo de um dos maiores franchises dos videojogos. É que, apesar de alguns capítulos mais fantasistas, os cenários de Call of Duty sempre estiveram bastante próximos da realidade atual.

 

Mas eis que, quando foi anunciado Call of Duty: Infinite Warfare, surge a revelação chocante - o novo jogo vai levar-nos para o espaço. Sim, esse que é a última fronteira.

 

Combates em gravidade zero, pilotagem de naves, estações espaciais. "O que raio fizeram com o nosso querido Call of Duty?" gritaram as massas anónimas de utilizadores da internet.

 

E o choque foi tal que o vídeo acabou por bater o recorde do Youtube para maior número de "dislikes". Call of Duty: Infinite Warfare tornou-se um jogo odiado assim que foi apresentado.

 

 

O choque até é compreensível, mas serão as críticas justificadas? Logo desde o início que pareceu que não. É que quando mais tarde Infinite Warfare foi mostrado na E3 deste ano o vídeo não dizia qual era o jogo: era apenas uma demonstração de um jogo cheio de ação e espetacularidade. Só quando apareceu o logo Call of Duty no final do vídeo é que o choque se instalou novamente.

 

Façamos um desvio pelo cinema. Eu pessoalmente não gostei do facto do novo James Bond não ter nada de James Bond, mas achei o Casino Royale um bom filme. Os seguintes nem por isso, mas não nos vamos alargar. O que quero dizer é que, lá por seguir um conceito diferente não quer dizer que o novo Call of Duty seja mau. Só que quando temos uma legião de milhões de fãs, qualquer desvio tem enormes riscos.

 

E em que ficamos?

 

Ficamos no evento de lançamento do jogo, que se realizou na noite de 3 de novembro. A fila de pessoas para comprar o Infinite Warfare à meia-noite na Fnac do Colombo, em Lisboa, era respeitável e os Youtubers e famosos que compareceram atraíram mais uma pequena multidão de fãs.

 

 

Isto não é habitual para um mercado pequeno como o português. Desse ponto de vista, Call of Duty parece estar bem e recomenda-se. As críticas dos sites especializados que começaram a sair também parecem indicar o mesmo.

 

Call of Duty ainda é o que era.

publicado às 13:47

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