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Vida Extra

Aventuras e desventuras no universo dos videojogos.

Vida Extra

Aventuras e desventuras no universo dos videojogos.

Feliz Natal com videojogos

Natal. É o período do ano ideal para estarmos com a família. E jogar em conjunto!

 

Super Mario Natal 2016

 

Seja a comparar Pokémons nos smartphones e tablets ou a fazer umas partidas lado a lado, no sofá, na vossa consola de eleição, sempre achei que os videojogos são muito melhores do que os filmes natalícios para estimular o convívio familiar (bom, pelo menos depois da comezaina).

 

Só é pena que, neste mundo cada vez mais online, os jogos pensados e criados para serem jogados por pessoas na mesma sala sejam cada vez menos habituais. Há muitos mais jogos para serem jogados exclusivamente com outros jogadores... mas online, com jogadores que podem até estar noutro continente. Nada de mal com isso, claro, mas esses mesmos jogos raramente permiitem jogar com pessoas sentadas ao nosso lado.

 

E com esse pensamento, deixo uma sentida vénia à mais injustamente ignorada das consolas Nintendo: a Wii U.

 

Apesar do insucesso de vendas que foi, a Wii U é absolutamente incomparável no que toca a pôr-nos a jogar com as pessoas que estão connosco na sala. As experiências de jogo que o segundo ecrã do seu gamepad permitem são inigualáveis e impossíveis de replicar por qualquer outra consola.

 

A Wii U é sempre a consola escolhida lá em casa para umas partidas a dois. Ou três... ou cinco... E nunca desaponta.

 

A Wii U foi descontinuada pela Nintendo este ano. Já em janeiro vamos ter mais novidades da nova consola Nintendo: a Switch. Por isso me pareceu a altura ideal para uma pequena homenagem e agradecimento à Wii U. Não é um adeus, que lá em casa ainda vai ficar ligada à TV durante muito tempo de certeza.

 

Feliz Natal para todos! E aproveitem para jogar muito com a família e amigos!

publicado às 13:59

Foge, Mário! Foge!

Super Mario chegou aos telemóveis. Ou pelo menos aos iPhones e iPads. É o primeiro jogo da Nintendo para uma plataforma que não é da Nintendo (lembrem-se que Pokémon Go não foi desenvolvido pela "Big N").

 

Logotipo Super Mario Run

 

Os jogos da Nintendo costumam roçar a perfeição, mas é diferente desenvolver um jogo para uma consola e desenvolver um jogo para telemóveis, sobretudo considerando a quantidade gigantesca de jogos que já existem, muitos deles bastante bons. Ainda assim, as expetativas estavam ao rubro.

 

E afinal qual é o nível de qualidade de Super Mario Run?

 

Bem... Não é mau... É bonzito. Só que, se estamos a falar de um jogo Nintendo com uma das personagens de videojogos mais (re)conhecidas do planeta, "bonzito" não chega.

 

E "bonzito" não justifica o preço de 9,99€. Super Mario Run é muito caro para um jogo mobile. Até há umas singularidades muito mais caras, mas um jogo mais premium na App Store costuma andar pelos 5€. O GTA San Andreas, um jogo completo de consola, custa 6,99€. San Andreas tem horas e horas de ação. Super Mario Run tem 24 pequenos níveis. Há jogadores e jornalistas a queixarem-se que o terminaram em 1 hora.

 

Mas é divertido!

 

Super Mario Run, joga-se bem. É uma excelente adaptação dos jogos clássicos de Super Mario para smartphones. Joga-se com um único dedo e os níveis dão para explorar algumas vezes, até se descobrir todos os recantos e apanhar todas as moedas. Depois ainda tem um modo de competição, em que jogamos os níveis em simultâneo com as repetições de outros jogadores (uma espécie de duelos, sem que os dois jogadores tenham de estar a jogar ao mesmo tempo), e um modo de construção, onde usamos as moedas conquistadas nos níveis para criar edifícios e desbloquear personagens. Mas no fundo continuamos a jogar os mesmos 24 níveis.

 

Depois há as partes más.

 

Para se jogar Super Mario Run é preciso estar ligado à internet. Perderam e ligação porque passaram num túnel? Acabou o jogo. Foi precisamente o que me aconteceu: estava divertido a jogar Super Mario Run e tive de ir jogar outra coisa. Já não voltei.

 

Apesar das várias justificações da Nintendo para a necessidade de estar sempre online, a verdade é que é indefensável... sobretudo se estão a pedir quase 10€ pelo jogo.

 

Pessoalmente, continuo "agarrado" ao Leap Day: um jogo algo semelhante a este Super Mario Run, sobre o qual já escrevi há tempos. Leap Day é gratuito. Tem mais de 200 níveis e um nível novo todos os dias.

 

Então é uma desgraça para a Nintendo?

 

Nem por sombras! Super Mario Run chegou em poucas horas ao primeiro lugar do top de aplicações com mais receita da App Store em vários países. Está a vender muitíssimo bem. Mas há o risco de este volume de vendas se dever apenas aos primeiros utilizadores: aqueles mais fãs e com mais apetência para comprar o jogo. Vamos ver como as vendas evoluem nas próximas semanas. Os investidores, esses, estão desconfiados. As ações da Nintendo baixaram 5% com o lançamento de Super Mario Run.

 

Joguem-no de graça!

 

Não se fiquem pela minha opinião. Apesar do preço elevado, podem descarregar o Super Mario Run gratuitamente e jogar os primeiros 3 níveis. E pelo menos isso vale a pena!

publicado às 17:34

Os melhores e piores jogos Star Wars

Está a chegar um novo filme Star Wars. É um excelente pretexto para revisitar alguns dos piores e dos melhores videojogos baseados nesse universo tão rico e adorado.

 

star_wars_battlefront_rogue_one_scarif.jpg

 

Ao todo são mais de 80 jogos lançados até à data, sem contar com jogos web, máquinas de flippers e projetos cancelados a meio. A saga Star Wars tem tanto de histórico e marcante nos videojogos quanto no cinema.

 

Sim, porque os jogos baseados na "galáxia muito longínqua" não foram as típicas adaptações feitas à pressa para ganhar algum dinheiro extra. Na sua grande maioria foram excelentes jogos ao nível do que de melhor se fazia na indústria a cada momento. A isso certamente ajudou o facto de George Lucas ter a sua própria produtora de videojogos - a Lucasarts -, mesmo que alguns dos títulos tenham sido desenvolvidos por outros estúdios.

 

Mas, tal como com os filmes, nem todos os jogos foram bons. Fiquem com uma pequena lista do que de pior e de melhor a Saga Star Wars trouxe ao universo dos videojogos. Não joguei todos e a lista não segue uma ordem ou metodologia "científica": vejam-na como uma pequena introdução ao lado negro e ao lado brilhante da Força videojogável.

 

Os piores: Que a Farsa esteja convosco

 

É uma lista curta, até porque a maioria dos jogos baseados em Star Wars foram bons. Estes foram exceções.

 

Masters of Teras Kasi.jpg

 

  • Star Wars: Masters of Teräs Käsi

 

Lançado em 1997 para a PlayStation, este jogo de luta colocava dois jogadores frente a frente em lutas corpo a corpo (e com o ocasional sabre laser). Foi um mero clone de Street Fighter, com movimentos demasiado lentos e cenários sem pingo de inspiração. Este é o jogo Star Wars que todos amam odiar.

 

The_phantom_menace_video_game.jpg

 

  • Star Wars Episode One: The Phantom Menace

Lançado em 1999 para PC e PlayStation, este é dos poucos jogos Star Wars que comete o habitual pecado de tentar explorar diretamente o filme homónimo. E tal como o filme, o jogo acabou por ser uma deceção para os fãs. Para sermos justos, até há jogos Star Wars piores, mas este ofende por tentar simplesmente ir às cavalitas do filme.

 

Star_Wars_The_Clone_Wars_-_Republic_Heroes.jpg

 

  • Star Wars: The Clone Wars: Republic Heroes

Lançado em 2009 para PC e praticamente todas as consolas da altura, Republic Heroes era baseado na série de TV "The Clone Wars". O seu maior pecado foi fazer de forma medíocre o que os jogos da saga LEGO: Star Wars já andavam há anos a fazer de forma brilhante. Ainda por cima tinha uma qualidade visual francamente má.

 

Os melhores: A Força é poderosa nestes

 

Há os bons jogos baseados em Star Wars e depois há aqueles que foram bem mais além do que se julgava possível. Todos estes foram experiências incríveis.

 

Starwars_arcade.png

 

  • Star Wars Arcade

Em 1983 os salões de jogos eram os templos dos videojogos. As máquinas de arcada eram autênticos supercomputadores, capazes de correr jogos muito além das capacidades de qualquer PC ou consola da altura. E a máquina dedicada a Star Wars, criada pela Atari, permitia agarrar nos comandos de um X-Wing e bombardear a Estrela da Morte. Os gráficos eram simples linhas coloridas, mas a sua tridimensionalidade, ajudada pelo efeito de curvatura que o vidro do ecrã causava, davam uma sensação de imersão única para a altura e que era complementada na perfeição pelas vozes e efeitos sonoros do filme.

 

JediKnight-cover.jpg

 

  • Star Wars Jedi Knight: Dark Forces II

Lançado em 1997 para PC, este podia ter sido apenas mais um "first person shooter" num mercado inundado de clones do popular Doom. Só que Dark Forces II conseguiu embeber-se na perfeição do espírito Star Wars. Não eram apenas os cenários e sons habituais da saga aplicados a um jogo de tiros. Os níveis incluíam as estruturas gigantescas e vastidão de cenários, habituais nos filmes da saga mas raramente possíveis de implementar num videojogo da altura. E podíamos manusear um sabre laser e controlar a Força: o momento em que percebemos que, em vez de disparar contra um Stormtrooper, podemos usar a Força para lhe arrancar a arma das mãos é inesquecível.

 

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  • Star Wars: X-Wing vs. TIE Fighter

Também em 1997 e também para PC, saiu o terceiro título da série X-Wing, que se focava nos combates espaciais. Qualquer dos títulos desta saga foi excelente, mas este merece uma menção especial por ser o primeiro a focar-se no modo multijogador. Em vez de combater inimigos controlados pelo computador, X-Wing vs. TIE Fighter colocava piloto contra piloto pela internet ou em rede local. Se hoje em dia os jogos online são corriqueiros, na altura era um autêntico desafio tecnológico, que os criadores do jogo ultrapassaram com mestria.

 

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  • Star Wars: X-Wing Alliance

A sequela de X-Wing Vs. TIE Fighter foi lançada em 1999 e elevou grandemente a fasquia. Foi talvez o primeiro jogo em que as icónicas naves pareciam saídas diretamente dos filmes, tal era a qualidade gráfica. Mas era também a escala: as batalhas espaciais chegavam a envolver dezenas e dezenas de naves em simultâneo. E não eram apenas os pequenos caças: era possível sobrevoar e atacar os gigantescos Super Star Destroyers e aterrar nos hangares das naves-mãe. Mesmo os combates tinham uma componente estratégica, sendo necessário decidir a que sistemas alocar a energia da nave: armas, escudos ou motores? E tudo isto quer em modo solo quer em modo multijogador.

 

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  • Star Wars Episode I: Racer

O único momento realmente bom do Episódio I no cinema foi também o melhor jogo baseado nesse filme: Racer, lançado em 1999 para PC, Mac, Nintendo 64 e GameBoy Color, recriava a excelente cena da corrida de Pods e levava-nos a percorrer a galáxia, competindo em várias pistas em outros tantos planetas. Ação frenética, muita velocidade e um controlo perfeito dos Pods tornaram este jogo um dos mais memoráveis de entre os muitos títulos baseados na saga.

 

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  • Rogue Squadron II: Rogue Leader

Lançado em 2001 em exclusivo para a Nintendo GameCube, Roque Squadron era facilmente o melhor jogo Star Wars para consolas de sempre. Os gráficos e áudio atingiam novos níveis de qualidade e as missões recriavam momentos icónicos da trilogia de filmes original, incluindo deitar abaixo um AT-AT Walker enrolando-lhe um cabo à volta das pernas.

 

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  • Star Wars Galaxies

Em 2003 os jogos online começavam a explorar novas fronteiras. Eram os MMOs - Massive Multiplayer Games -, caracterizados por juntarem literalmente milhares de jogadores em simultâneo num gigantesco universo de jogo em que a ação está a decorrer em permanência. Galaxies permitia aos jogadores encarnar à escolha papeis muito diferentes no universo Star Wars e enfrentar outros jogadores. Várias expansões adicionaram ainda mais funcionalidades e melhorias, mas a última delas acabou por alterar demasiado o jogo causando o abandono de muitos dos seus fãs leais. Ainda assim, os servidores de Star Wars Galaxies mantiveram-se em funcionamento até final de 2011.

 

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  • Star Wars: Knights of the Old Republic

Também em 2003 era lançado outro colosso para PC e Xbox. Knights of The Old Republic era um Role Playing Game (RPG) com uma história épica que decorria milhares de anos antes dos acontecimentos dos filmes. Enquanto que nos típicos RPGs da época os combates eram realizados por turnos, simulando o encadeamento de ações e rolar de dados das versões de papel e caneta, Knights of the Old Republic conseguia dar a ilusão de ação contínua aos duelos entre personagens. Os criadores do jogo - a Bioware - continuam até hoje a lançar jogos de altíssima qualidade. Este foi mais um deles.

 

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  • Lego Star Wars: The Video Game

Em 2005 foi lançado para PC e consolas um jogo Star Wars diferente. Um jogo onde tudo era feito de Lego. Podia parecer um jogo básico, infantil e pouco interessante, feito apenas para vender caixas de Lego, mas na verdade era uma autêntica pérola, capaz de agradar a miúdos e graúdos. Gerou quatro sequelas baseadas em Star Wars e mais de uma dezena de títulos semelhantes, baseados em outros franchises famosos.

 

battle pod.png

 

  • Star Wars Battle Pod

Em 2014 a história repete-se. Os salões de jogos são cada vez mais raros, devido ao preço baixo e grande poderio das consolas atuais. Mas eis que é lançada uma nova máquina de arcadas baseada nos filmes Star Wars. Tal como na máquina original, imersão é a palavra-chave: o ecrã é semiesférico, colocando o jogador (quase) no centro da ação, e a cadeira move-se consoante o que acontece no jogo. Até tem uma ventoinha para simular o vento. Esta Battle Pod também está disponível para compra para o consumidor final pela módica quantia de 100.000 dólares. Ou 35.000, se optarem pela versão económica de ecrã plano.

 

E o futuro?

O futuro parece risonho. Há um novo jogo de ação em desenvolvimento, do qual quase nada se sabe, mas os poucos segundos de vídeo que já foram mostrados fazem antever o melhor. E há várias experiências com a realidade virtual que prometem um nível de imersão nunca antes visto.

 

De certeza que teremos de rever a lista dos melhores num futuro não muito distante.

 

Têm algum "momento Star Wars" especial que queiram partilhar? Deixem o vosso comentário!

publicado às 22:39

Se David Lynch fizesse videojogos

Um dos momentos altos dos The Game Awards foi a apresentação de um novo trailer de Death Stranding. Isto por si só não dirá nada aos menos atentos à indústria dos videojogos, mas trata-se do novo jogo de um dos mais venerados criadores de sempre: Hideo Kojima.

 

Foto de Hideo Kojima

 

Kojima é conhecido pela saga Metal Gear Solid (por si só merecedora de uma área de estudo própria). Uma saga rica em simbolismos, criatividade e momentos cinematográficos. Uma saga que foi obrigado a abandonar pela editora Konami, numa autêntica novela da vida real sobre a qual já escrevi.

 

Kojima tem agora uma produtora de videojogos independente e está a trabalhar num jogo totalmente novo. Death Stranding foi anunciado em junho deste ano com um trailer enigmático, protagonizado por um Norman Reedus virtual totalmente nú. Há uma praia cheia de cadáveres, há um par de algemas com uma luz azul num dos braços de Reedus, que em lágrimas segura um bebé. De repente o bebé desaparece.

 

 

Na semana passada foi apresentado um segundo trailer do jogo, desta vez com a presença de Guillermo Del Toro Mads Mikkelsen (ambos vestidos). Del Toro está na mesma praia (ou noutra muito semelhante) e segura nos braços uma pequena cápsula futurista. Mas também há um túnel, uma cidade em ruínas e soldados e veículos de guerra anacrónicos. Del Toro liga um tubo à cápsula e revela um bebé no seu interior.

 

 

Todo este simbolismo é apresentado de forma magistral e misteriosa, lembrando em muito a filmografia de David Lynch. Mas, tal como nos filmes de Lynch, não existe apenas o simbolismo. Há um fluxo muito próprio que pode passar despercebido.

 

Alguns filmes de Lynch são círculos perfeitos: podem começar a ser vistos a partir de qualquer das suas cenas, pois as cenas acabam por levar-nos de volta ao ponto de partida. E o segundo trailer de Death Stranding também esconde algo à vista de todos. Algo que ficou plenamente claro quando alguém se lembrou de assistir aos dois trailers do jogo em simultâneo, lado a lado.

 

É que o momento no segundo trailer em que Guillermo Del Toro liga o cabo à cápsula e faz aparecer o bebé é exatamente o mesmo momento em que o bebé desaparece dos braços de Norman Reedus no primeiro trailer. Os dois trailers parecem ser a mesma cena vista em locais ou planos distintos.

 

Nesta altura dirão os mais atentos: "Mas o primeiro trailer tem 3 minutos e meio e o segundo tem 5 minutos. Como é que batem certo?" E têm razão. Para os trailers baterem certo é preciso esticar a duração do primeiro ou encolher a do segundo. Só assim batem certo, e se calhar quer dizer que estamos a ver ligações onde elas não existem. Ou, se calhar, termos de distorcer o tempo dos trailers para baterem certo é propositado. Com Hideo Kojima nunca se sabe. Estamos a falar do homem que usou um nome de uma empresa fictícia para anunciar incognitamente um jogo chamado "The Phantom Pain", que mais tarde se revelou ser o último capítulo da saga Metal Gear Solid... e o logo de "The Phantom Pain" tinha umas sombras por cima onde se veio a descobrir que o logotipo de Metal Gear Solid V encaixava perfeitamente.

 

Logo de The Phantom Pain

 

Logo de Metal Gear Solid 5: The Phantom Pain

 

Que outros significados poderão existir neste par de trailers? Um deles com um homem despido e o outro com um homem vestido. Um ao som da música "I'll Keep Coming" ("Voltarei sempre") e o outro ao som da música "Easy Way Out" ("Saída fácil"). E aquele arco-íris invertido...

 

Pelo menos a presença de Norman Reedus e Guillermo Del Toro nos trailers de Death Stranding é fácil de explicar. Ambos estavam a trabalhar com Hideo Kojima no jogo de terror Silent Hills, um projeto que foi cancelado pela Konami quando a editora expulsou Hideo Kojima. E a opinião do realizador sobre essa atitude não é mistério nenhum:

 

publicado às 10:10

Os videojogos é que inventaram o mannequin challenge

A moda dos vídeos de pessoas a fingirem-se paradas no tempo não parece abrandar. Mas enquanto fã de videojogos, o que me vem sempre à cabeça quando me deparo com um destes vídeos é o primeiro trailer de Zombi U.

 

Imagem promocional de Zombi U

 

Zombi U foi anunciado em 2012 para a então recém-anunciada Nintendo Wii U. O anúncio foi feito na forma de trailer durante a E3 e tornou-se um fenómeno de popularidade.

 

Porquê?

 

Porque o trailer de 3 minutos consiste, na sua quase totalidade, num único momento parado no tempo. É um "mannequin challenge" com 4 anos de avanço. E apesar da sua imobilidade é carregado de ação e drama.

 

Podem ver o trailer abaixo, com o aviso prévio que contém algumas imagens violentas. Assim ao estilo de um episódio de The Walking Dead.

 

 

Depois também há o genérico final dos episódios de Police Squad (a série de TV que deu origem aos filmes "Aonde é Que Para a Polícia?"), mas deixo isso para algum blog sobre TV comentar...

 

 

publicado às 11:52

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